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Reciclagem de celulares

sábado, 29 de novembro de 2008



O Nokia 6010 e o Motorola RAZR V3 , fabricados em 2003, empataram no topo da lista de celulares mais reciclados nos Estados Unidos em 2008. Modelos como o Motorola RAZR V3M, produzido em 2006, foi o quarto do ranking. A lista é feita pela ReCellular, empresa responsável pela reciclagem de aparelhos móveis que tem como slogan “sustentabilidade em eletrônicos”.


O maior índice de reciclagem de aparelhos novos é um sinal da rapidez com que os consumidores descartam seus celulares para adquirir modelos mais rápidos e com mais recursos. Até porque, os dez primeiros colocados foram descartados e chegaram à reciclagem quando estavam em perfeito funcionamento.

Dos 130 milhões de celulares descartados a cada ano, estima-se que apenas 6 milhões são reciclados. A ReCellular alerta que os consumidores precisam se informar sobre programas de reciclagem de celular para evitar os malefícios que as dezenas de toneladas de desperdício eletrônico causam ao meio ambiente todos os anos.

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Água de beber não é mais a mesma

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Foi-se o tempo em que a água que a gente bebia era "insípida, inodora e incolor", como aprendemos na escola. Hoje, para despertar a vontade de consumidores sedentos por novidades, a indústria tem se desdobrado para transformar até esse líquido vital (e sem graça para muitas pessoas) em uma bebida mais atraente.

Depois da versão mineral e gaseificada em garrafas, a bebida ganhou ainda mais diferenciais. As primeiras novidades a despontar nas prateleiras foram as águas saborizadas, como a Aquarius Fresh e a Neutra. Tudo começou com um toque de limão, mas agora já é possível encontrar água mineral com gosto de hortelã, laranja, morango, maçã e até pitanga.

A Coca-Cola, fabricante da Aquarius Fresh, com suco de limão, diz, por meio de sua assessoria, que a intenção sempre foi oferecer uma opção para as pessoas hidratarem o organismo, com mais prazer. A empresa teria lançado o produto com base nos resultados de uma pesquisa que constatou que, quando o líquido tem sabor, a pessoa fica mais predisposta a hidratar-se.

A concorrência entre as indústrias de alimentos e os avanços tecnológicos estimularam mais duas ousadias nessa área. A primeira foi o lançamento de uma água com fibras (sim, aquelas substâncias essenciais ao bom funcionamento do intestino) - a Acqua Fibra, da Genuína Lindoya. A idéia foi inspirada em produto desenvolvido primeiramente na China.

Já a mais recente novidade no mercado é uma água com baixo teor de sódio, a Bonafont, da Danone. Segundo Eduardo Gagliardi, diretor de Marketing de Águas da empresa, o produto tem 0,34 mg/l de sódio contra 35 mg/l de outras marcas. O objetivo do produto, segundo ele, é, além de hidratar, diminuir o nível de sódio do organismo. "Segundo pesquisa realizada pela Danone, o brasileiro está consumindo sódio acima das taxas recomendadas, o que causa danos à saúde", alerta.

E o que os especialistas acham das novidades

Segundo especialistas, ninguém deve ir com muita sede às garrafinhas. O nutrólogo José Ernesto do Santos, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, por exemplo, é categórico ao afirmar que "a melhor escolha é sempre água". Ou seja, mais do que prestar atenção na adição de compostos, o que precisamos é beber mais água - e, para isso, a convencional resolve bem.

A professora do curso de nutrição da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Ana Feoli, concorda e alerta:águas com sabor não podem ser consideradas águas, porque não tem só a bebida em sua composição."Elas têm sabor, aromatizante e, dependendo da versão, adoçantes para substituir o açúcar", enumera.

Ana Feoli compara as águas saborizadas, contendo adoçantes, com os refrigerantes diet. "Elas têm menos calorias do que os refrigerantes convencionais. Porém, como os adoçantes têm sódio, essas águas saborizadas contém mais sódio", alerta.

O perigo, segundo a professora Ana Feoli, é as pessoas substituírem toda a quantidade de água pura que deveriam ingerir por essas águas saborizadas. "Isso poderia aumentar o nível de sódio do organismo e, quando ocorre uma ingestão exagerada dessa substância, há conseqüências a curto prazo, principalmente para os hipertensos", explica a professora. O excesso de sódio pode aumentar a pressão arterial e causar retenção de líquidos, problemas renais e até cardiovasculares.

Então, uma água com baixo teor de sódio seria uma boa opção? Não é bem assim. Para a professora Feoli, o problema maior não é o sódio que consumimos com a água e sim o proveniente de outros alimentos. Ela alerta que estudos recentes indicam que o brasileiro consome o dobro da quantidade de sal (que vem do sódio) recomendada para um adulto diariamente: de uma média de 6 gramas por dia, consome-se 12 gramas. "Grande parte vem de outros alimentos, especialmente os industrializados", comenta.

Já em relação a água com fibras, o endocrinologista João César Castro Soares, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), disse não conhecer o produto, mas garante que as fibras dessa água só podem ser hidrossolúveis (aquelas que dissolvem na água). "A questão é que, para o intestino funcionar corretamente, o organismo precisa de dois tipos de fibra: a hidrossolúvel e a não-hidrossolúvel. Não adianta só beber essa água e não comer alimentos com fibras não-hidrossolúveis, como vegetais e cereais", acredita.

Classificação

A legislação brasileira não permite a denominação de "água saborificada ou saborizada" para produtos como o Aquarius Fresh e o Neutra. Por esse motivo, eles podem aparecer com descrições como "água purificada adicionada de sais", como foi o caso da Pure Life, a água saborizada da Nestlé que, devido a processos judiciais contra a desmineralização da água, deixou de ser comercializada no Brasil desde 2005.

Algumas indústrias, inclusive, não vendem mais os produtos como água, e sim como refrigerante. É o caso da H2OH!, da Pepsi.

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Londres prepara superplano para se adaptar ao aquecimento global

quinta-feira, 13 de novembro de 2008



Enquanto na maior parte do mundo a discussão está centrada em evitar o aquecimento global, a cidade de Londres já está pensando no inevitável: como aprender a conviver com ele. Para isso, a prefeitura da capital do Reino Unido está iniciando um programa inovador de adaptação à mudança climática -- o primeiro do tipo no mundo.

projeto está sendo desenvolvido e deve passar por duas fases de consulta -- uma na assembléia da cidade, outra de ordem pública, em que qualquer cidadão pode criticar. Só depois disso ele passará a ser implementado.

O objetivo é preparar Londres para as mudanças que efetivamente virão, ainda que todos os esforços sejam feitos para conter o aquecimento global.

"Eu sempre digo que a mudança climática é para a vida toda, não só para o Natal", brinca Alex Nickson, gerente de estratégia de águas e adaptação à mudança climática de Londres. "As mudanças que já estamos vendo agora são fruto dos últimos 50 anos de atividade industrial, e o carbono que jogamos na atmosfera fica lá por cem anos. Mesmo que parássemos de emitir agora, ainda teríamos de lidar com as transformações que estão acontecendo."

O trabalho envolve, num primeiro momento, estudos para analisar o quanto o aquecimento global vai transformar Londres. E não é pouca coisa. Em 2050, o verão mais quente registrado até hoje na história no Reino Unido, em 2003, estará na média dos verões. Mais adiante no tempo, terá sido comparativamente um dos mais frios. Ou seja, Londres será uma cidade bem mais quente no futuro.

Algumas projeções mostram que a capital britânica terá, em 2071, clima similar ao de uma cidade ao norte de Portugal -- coisa impensável para os londrinos hoje em dia.

Também se tornarão mais comuns hoje eventos tidos como "condições meteorológicas extremas". "A definição do que é tempo extremo vai mudar", diz Alex Nickson.

Onde o calo aperta

Pelos estudos de impacto feitos até agora, algumas preocupações se sobressaem. A maior delas, em princípio, seria o risco de alagamentos. Embora Londres não esteja colada à costa britânica, existe um grande rio que corta a cidade, o Tâmisa, além de vários outros afluentes. E, ao que parece, o fluxo de água no Tâmisa terá picos 40% maiores do que hoje, quando o ano for 2080.

Isso exigirá medidas para proteger a cidade de alagamentos. Já existe uma barreira que controla o fluxo do rio antes da passagem pela cidade e impede inundações. Mas, com o passar dos anos, ela pode não ser suficiente. Cogita-se aumentar a barragem atual, ou até mesmo construir uma outra.

Outra grande preocupação é com possíveis secas. Pois é, se água demais preocupa, água de menos também. Isso porque o sistema atual de distribuição de água londrino é extremamente ineficiente -- de um terço a um quarto da água tratada para consumo é perdida por vazamentos nos encanamentos da cidade, que são muito velhos.

Além disso, os domicílios e estabelecimentos comerciais, em sua maioria, não possuem medidores individuais de consumo de água -- o que dificulta o encorajamento à economia por parte dos cidadãos.

Por conta disso tudo, hoje em dia o sudeste da Inglaterra já é considerado sob "estresse hídrico". Com o aquecimento global, isso vai piorar. Para se adaptar à nova realidade, será preciso reformar os encanamentos e colocar medidores em até 90% das unidades de habitação e comércio.

Um terceiro grande tema levantado pela estratégia de adaptação diz respeito às ondas de calor. Elas devem se tornar mais freqüentes e, se nada for feito, podem matar idosos com mais intensidade do que tem acontecido em anos recentes.

Para solucionar a questão, será necessário implementar uma série de modificações na forma como são construídos os prédios na cidade. Será preciso minimizar a necessidade de sistemas artificiais de refrigeração -- ou, em caso de absoluta necessidade, usar métodos que não emitam grandes quantidades de carbono na atmosfera -- e adaptar prédios antigos para otimizar o controle de temperatura em seus interiores.

Também existe a idéia de criar mais parques na região central da cidade, para resfriá-la -- asfalto absorve muito calor, tornando as áreas mais urbanizadas bem mais quentes que as áreas verdes. E será preciso elaborar um plano consistente para proteger as pessoas em caso de ondas de calor extremas.

Quanto vai custar?

A prefeitura londrina hesita em dar um valor para o esforço de adaptação ao aquecimento global. Como o projeto ainda está em fase de elaboração, e algumas de suas ações se sobrepõem a outras atividades do governo local, Nickson diz que não é possível colocar uma etiqueta de preço. Mas até o fim do ano devem surgir as primeiras estimativas.

De toda maneira, o projeto é inovador e está chamando a atenção da comunidade internacional. Cidades como Tóquio, Nova York e Amsterdã estão consultando o governo londrino para, possivelmente, desenvolver atividades semelhantes.

É a prova mais que cabal de que, por mais que todos tentem (ou digam tentar) conter o aquecimento global, pelo menos até um certo nível, ele já está aí e é para ficar.

Fonte : O jornalista Salvador Nogueira do G1 viajou a convite da Embaixada Britânica.


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Imagens : Animais em extinção

segunda-feira, 10 de novembro de 2008


Arara Azul


Coletânea de Imagens de animais que estão em extinção no Brasil e no mundo !
Clique em "Continue Lendo" para visualizar todas as imagens.


Onça Pintada



Tartaruga Amazônica



Hipopótamo



Mainá do Bali



Urso Pardo



Tubarão Branco



Leões



Rinoceronte Asiático



Panda



Ibis Eremita



Baleia Glaciar



Pinguins da Antártida



Gorilla Africano



Tigre de Amur


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Imagem do dia [2]

quinta-feira, 6 de novembro de 2008



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Meia amazônia não!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Postado por: Nath_



Pois bem. Hoje depois de uma bela discussão sobre a Amazônia, resolvi fazer um post sobre ela. Isso me deixou bem irritada, levando se em conta a comodidade das pessoas, ignorando totalmente a riqueza que temos...
Porque se preocupar com nossas árvores, ou com o espaço que está sendo desmatado, se hoje eu estou em casa, bebendo e comendo, rindo da amazônia enquanto ela não me ajuda em nada? Se metade das pessoas parassem pra pensar na consciencia ambiental, em como ajudar a fauna e flora brasileira, não veríamos metade das reclamações que as próprias pessoas que ignoram a Amazônia.

Por isso, um apelo a todos, pensem um pouco, não custa nada, ajudar o lugar onde nós vivemos. Por isso entre e ajude.

http://meiaamazonianao.org.br/

=]

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