Brasileiros e britânicos fazem parceria para desvendar destino da Amazônia
sábado, 15 de novembro de 2008
Brasil e Reino Unido estão tocando uma parceria com o objetivo de "desembaçar" a visão sobre os impactos locais que o aquecimento global poderá trazer para as diferentes regiões do país, sobretudo para a floresta amazônica. E o quadro pintado por esse novo modelo, desenvolvido conjuntamente, é bastante preocupante: a perda da floresta pode até mesmo produzir secas no Sudeste brasileiro, região com maior densidade populacional no país.
Os estudos e modelagens de computador que são parte do projeto "Mudança climática perigosa no Brasil" ainda estão em curso, realizados em conjunto pelo CPTEC, unidade de tempo e clima do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), e pelo Hadley Centre, escritório de meteorologia do Reino Unido.
"Devemos apresentar esses resultados em Copenhagen, na segunda comunicação do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática, no fim do ano que vem", afirma Richard Betts, chefe de impactos climáticos do Hadley Centre.
O trabalho se baseia num programa criado pelos britânicos chamado de Precis, sigla inglesa para Fornecimento de Climas Regionais para Estudos de Impacto. É uma forma de dar, por meio de computação, realce a uma dada região do globo durante uma simulação global do clima, produzindo variações mais realistas para escalas menores.
O resultado é que a "resolução" para efeitos climáticos passa a ser de áreas de 3 km x 3 km, permitindo até mesmo previsões para cidades individuais.
O programa já está sendo usado no Reino Unido, onde está guiando decisões estratégicas para políticas ligadas a mitigação de problemas causados pelo clima. Seu uso também está sendo implementado em outros países, como Bagladesh -- o Hadley Centre fornece o programa gratuitamente, contanto que haja treinamento específico para quem for operá-lo.
Parceria global
Mas o trabalho com o Brasil é mais profundo que isso. A análise dos dados exige grande esforço e parece estar apontando numa direção: o aquecimento global tende a "savanizar" a Amazônia -- ou seja, substituir floresta por vegetação rasteira.
Mais do que isso, há uma preocupação de que o sumiço da floresta, além de liberar mais carbono na atmosfera, acirrando ainda mais o efeito estufa, também corte fluxos importantes de precipitação que correm pelo delta do rio Amazonas, invadem o interior do país e saem pela bacia do Prata, no sul do continente. Ao que parece, esse processo reduzirá as chuvas não só na região da floresta, mas em todo o percurso, inclusive no Sul e Sudeste brasileiros. Mas esses dados ainda não são finais, e até lá as conclusões podem mudar.
Além disso, britânicos e brasileiros já estão se esforçando para usar o poder computacional do Inpe de forma a produzir novas simulações globais da mudança climática. Entendimentos estão sendo elaborados entre os dois países para efetuar essa parceria, que, segundo Richard Betts deve acontecer em breve.
Fonte: G1
Londres prepara superplano para se adaptar ao aquecimento global
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Enquanto na maior parte do mundo a discussão está centrada em evitar o aquecimento global, a cidade de Londres já está pensando no inevitável: como aprender a conviver com ele. Para isso, a prefeitura da capital do Reino Unido está iniciando um programa inovador de adaptação à mudança climática -- o primeiro do tipo no mundo.
projeto está sendo desenvolvido e deve passar por duas fases de consulta -- uma na assembléia da cidade, outra de ordem pública, em que qualquer cidadão pode criticar. Só depois disso ele passará a ser implementado.
O objetivo é preparar Londres para as mudanças que efetivamente virão, ainda que todos os esforços sejam feitos para conter o aquecimento global.
"Eu sempre digo que a mudança climática é para a vida toda, não só para o Natal", brinca Alex Nickson, gerente de estratégia de águas e adaptação à mudança climática de Londres. "As mudanças que já estamos vendo agora são fruto dos últimos 50 anos de atividade industrial, e o carbono que jogamos na atmosfera fica lá por cem anos. Mesmo que parássemos de emitir agora, ainda teríamos de lidar com as transformações que estão acontecendo."
O trabalho envolve, num primeiro momento, estudos para analisar o quanto o aquecimento global vai transformar Londres. E não é pouca coisa. Em 2050, o verão mais quente registrado até hoje na história no Reino Unido, em 2003, estará na média dos verões. Mais adiante no tempo, terá sido comparativamente um dos mais frios. Ou seja, Londres será uma cidade bem mais quente no futuro.
Algumas projeções mostram que a capital britânica terá, em 2071, clima similar ao de uma cidade ao norte de Portugal -- coisa impensável para os londrinos hoje em dia.
Também se tornarão mais comuns hoje eventos tidos como "condições meteorológicas extremas". "A definição do que é tempo extremo vai mudar", diz Alex Nickson.
Onde o calo aperta
Pelos estudos de impacto feitos até agora, algumas preocupações se sobressaem. A maior delas, em princípio, seria o risco de alagamentos. Embora Londres não esteja colada à costa britânica, existe um grande rio que corta a cidade, o Tâmisa, além de vários outros afluentes. E, ao que parece, o fluxo de água no Tâmisa terá picos 40% maiores do que hoje, quando o ano for 2080.
Isso exigirá medidas para proteger a cidade de alagamentos. Já existe uma barreira que controla o fluxo do rio antes da passagem pela cidade e impede inundações. Mas, com o passar dos anos, ela pode não ser suficiente. Cogita-se aumentar a barragem atual, ou até mesmo construir uma outra.
Outra grande preocupação é com possíveis secas. Pois é, se água demais preocupa, água de menos também. Isso porque o sistema atual de distribuição de água londrino é extremamente ineficiente -- de um terço a um quarto da água tratada para consumo é perdida por vazamentos nos encanamentos da cidade, que são muito velhos.
Além disso, os domicílios e estabelecimentos comerciais, em sua maioria, não possuem medidores individuais de consumo de água -- o que dificulta o encorajamento à economia por parte dos cidadãos.
Por conta disso tudo, hoje em dia o sudeste da Inglaterra já é considerado sob "estresse hídrico". Com o aquecimento global, isso vai piorar. Para se adaptar à nova realidade, será preciso reformar os encanamentos e colocar medidores em até 90% das unidades de habitação e comércio.
Um terceiro grande tema levantado pela estratégia de adaptação diz respeito às ondas de calor. Elas devem se tornar mais freqüentes e, se nada for feito, podem matar idosos com mais intensidade do que tem acontecido em anos recentes.
Para solucionar a questão, será necessário implementar uma série de modificações na forma como são construídos os prédios na cidade. Será preciso minimizar a necessidade de sistemas artificiais de refrigeração -- ou, em caso de absoluta necessidade, usar métodos que não emitam grandes quantidades de carbono na atmosfera -- e adaptar prédios antigos para otimizar o controle de temperatura em seus interiores.
Também existe a idéia de criar mais parques na região central da cidade, para resfriá-la -- asfalto absorve muito calor, tornando as áreas mais urbanizadas bem mais quentes que as áreas verdes. E será preciso elaborar um plano consistente para proteger as pessoas em caso de ondas de calor extremas.
Quanto vai custar?
A prefeitura londrina hesita em dar um valor para o esforço de adaptação ao aquecimento global. Como o projeto ainda está em fase de elaboração, e algumas de suas ações se sobrepõem a outras atividades do governo local, Nickson diz que não é possível colocar uma etiqueta de preço. Mas até o fim do ano devem surgir as primeiras estimativas.
De toda maneira, o projeto é inovador e está chamando a atenção da comunidade internacional. Cidades como Tóquio, Nova York e Amsterdã estão consultando o governo londrino para, possivelmente, desenvolver atividades semelhantes.
É a prova mais que cabal de que, por mais que todos tentem (ou digam tentar) conter o aquecimento global, pelo menos até um certo nível, ele já está aí e é para ficar.
Fonte : O jornalista Salvador Nogueira do G1 viajou a convite da Embaixada Britânica.
Como seria viver com apenas 20 litros de água por dia ?
domingo, 9 de novembro de 2008
Quantos litros de água você acha que gasta por dia ?
É bom lembrar que, além daquele copo ou outro para matar a sede, usamos água para nos alimentar, tomar banho (quase sempre demorado), usar o banheiro e muitas outras atividades que acontecem durante o longo do dia.
Estima-se que o brasileiro gaste em média 200 litros/dia de água, quase o dobro do que a ONU diz ser realmente necessário. Sendo assim, o que seria da nossa rotina caso este consumo fosse reduzido em 10 vezes? Caso haja uma escassez verdadeira nos próximos anos, como seria possível suprir todas as nossas necessidades com 20 litros de água por dia? Ao que teríamos que nos submeter?
Não custa refletir por alguns minutos sobre esta hipótese...alimentação, higiene, saúde, luxos.......
Fechemos as torneiras, esqueçamos aquela lavagem minuciosa das calçadas e consertemos todos os vazamentos aos quais não damos importância. Viver com pouca água pode dar mais trabalho do que conseguimos sequer imaginar.
Você conhece a WWF ?
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
O WWF - Worldwide Fund for Nature é uma das mais conhecidas ONGs ambientalistas do planeta tendo iniciado suas atividades, em 1961, por iniciativa de um grupo de cientistas da Suíça preocupados com a devastação da natureza.
A partir da sede na Suíça a entidade se tornou uma rede mundial de defesa do meio-ambiente, com representações nos principais países do mundo. A rede é apoiada por pessoas de origens diferentes, preocupadas com o mesmo objetivo: garantir a preservação do planeta em que vivemos.
Com campanhas pela defesa do urso-panda na China. Hoje está em mais de 100 países, inclusive no Brasil,e atua na defesa das mais diferentes causas relacionadas com a natureza. Edita livros, revistas e cartilhas que ensinam a preservar o meio ambiente. Combate a destruição das florestas, a caça aos animais ameaçados de extinção, a poluição e o desperdícios dos recursos naturais.
É considerada hoje, umas das maiores e mais importantes ONGs. E é conhecida mundialmente pela a ajuda que presta a toda população.
Logotipo
Quando esta ONG foi fundada o símbolo escolhido para a representar foi o de um panda gigante chamado Chi-Chi, que tinha acabado de chegar ao tradicional zoológico de Londres. Esta escolha foi baseada por campanha promovida na China para a preservação do panda. A partir desta ideia o naturalista escocês Gerald Watterson fez alguns rascunhos, mas o desenho aprovado foi feito por Sir Peter Scott um ornitologista inglês. Este símbolo é conhecido em todo o mundo e considerado um representante das espécies ameaçadas de extinção. O símbolo original foi evoluindo com a organização. Ou seja, a medida que esta ganhava prestigio e crescia espalhando-se por todo o mundo também o logotipo evoluiu, em 40 anos.
Saiba tudo sobre o aquecimento global
terça-feira, 4 de novembro de 2008Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no clima mundial. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como tem ocorrido nos últimos anos.
A Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40 graus centígrados, ciclones atingem o Brasil (principalmente a costa sul e sudeste), o número de desertos aumenta a cada dia, fortes furacões causam mortes e destruição em várias regiões do planeta e as calotas polares estão derretendo (fator que pode ocasionar o avanço dos oceanos sobre cidades litorâneas). O que pode estar provocando tudo isso? Os cientistas são unânimes em afirmar que o aquecimento global está relacionado a todos estes acontecimentos.
Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aquecimento global está ocorrendo em função do aumento da emissão de gases poluentes, principalmente, derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel, etc), na atmosfera. Estes gases (ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e monóxido de carbono) formam uma camada de poluentes, de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa. Este fenômeno ocorre, pois, estes gases absorvem grande parte da radiação infra-vermelha emitida pela Terra, dificultando a dispersão do calor.
O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colabora para este processo. Os raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como esta camada de poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas grandes cidades, já se verifica suas conseqüências em nível global.
Conseqüências do aquecimento global
- Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas;
- Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra;
- Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;
- Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.
Protocolo de Kyoto
Este protocolo é um acordo internacional que visa a redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta. Entrou em vigor em 16 fevereiro de 2005. O principal objetivo é que ocorra a diminuição da temperatura global nos próximos anos. Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite poluentes no mundo, não aceitou o acordo, pois afirmou que ele prejudicaria o desenvolvimento industrial do país.
Conferência de Bali
Realizada entre os dias 3 e 14 de dezembro de 2007, na ilha de Bali (Indonésia), a Conferência da ONU sobre Mudança Climática terminou com um avanço positivo. Após 11 dias de debates e negociações. os Estados Unidos concordaram com a posição defendida pelos países mais pobres. Foi estabelecido um cronograma de negociações e acordos para troca de informações sobre as mudanças climáticas, entre os 190 países participantes. As bases definidas substituirão o Protocolo de Kyoto, que vence em 2012.
Chuveiro que ajuda a economizar água
quarta-feira, 29 de outubro de 2008Você sabia que os chuveiros atuais são capazes de despejar cerca de 20 litros por minuto?
[Eu não, algum de vocês sabia?]
Ou seja: em apenas cinco minutos, 100 litros de água vão para o ralo!
[Meu Deus, é muita água!]
O ECO Showerdrop (acima) é um aparelho que ajuda os ecologicamente conscientes a saber quando está na hora de terminar o banho. Na verdade, ele não possui nenhuma tecnologia revolucionária: você mesmo determina quanto de água acha razoável gastar em um banho, alimenta o aparelho com informações sobre o fluxo de água de seu chuveiro e ele vai começar a apitar quando a sua "cota" do precioso líquido chegar ao fim.
Se você não desligar o aparelho, ele continua calculando e mostrando quanto você está ultrapassando do limite. Claro que o ECO Showerdrop, que custa cerca de 25 dólares, só vai funcionar se o seu dono estiver realmente comprometido com a causa. Mas já é uma excelente idéia.
Post retirado (sugado, praticamente) do Blog do Beto Largman.
E ele viu esse invento no Treehugger.
Mesmo não sendo a solução ideal, eu achei uma idéia muito bacana... Primeiro porque ele não vai desligar o chuveiro, mas vai mostrar a você o quanto você pode estar desperdiçando água à toa e depois porque para alguém "eco chata" como eu, saber o quanto eu posso ajudar a natureza com qualquer pequena economia que eu faça, já vale muito!
Beijos
Desmatamento : Informe-se sobre isso.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
O desmatamento, também chamado de desflorestamento, nas florestas brasileiras começou no instante da chegada dos portugueses ao nosso país, no ano de 1500. Interessados no lucro com a venda do pau-brasil na Europa, os portugueses iniciaram a exploração da Mata Atlântica. As caravelas portuguesas partiam do litoral brasileiro carregadas de toras de pau-brasil para serem vendidas no mercado europeu. Enquanto a madeira era utilizada para a confecção de móveis e instrumentos musicais, a seiva avermelhada do pau-brasil era usada para tingir tecidos.
Desde então, o desmatamento em nosso país foi uma constante. Depois da Mata Atlântica, foi a vez da Floresta Amazônica sofrer as conseqüências da derrubada ilegal de árvores. Em busca de madeiras de lei como o mogno, por exemplo, empresas madereiras instalaram-se na região amazônica para fazer a exploração ilegal. Um relatório divulgado pela WWF ( ONG dedicada ao meio ambiente ) no ano de 2000, apontou que o desmatamento na Amazônia já atinge 13% da cobertura original. O caso da Mata Atlântica é ainda mais trágico, pois apenas 9% da mata sobrevive a cobertura original de 1500.
Embora os casos da Floresta amazônica e da Mata Atlântica sejam os mais problemáticos, o desmatamento ocorre nos quatro cantos do país. Além da derrubada predatória para fins econômicos, outras formas de atuação do ser humano tem provocado o desmatamento. A derrubada de matas tem ocorrido também nas chamada frentes agrícolas. Para aumentar a quantidade de áreas para a agricultura, muitos fazendeiros derrubam quilômetros de árvores para o plantio.
O crescimento das cidades também tem provocado a diminuição das áreas verdes. O crescimento populacional e o desenvolvimento das indústrias demandam áreas amplas nas cidades e arredores. Áreas enormes de matas são derrubadas para a construção de condomínios residenciais e pólos industriais. Rodovias também seguem neste sentido. Cruzando os quatro cantos do país, estes projetos rodoviários provocam a derrubada de grandes faixas de florestas.
Outro problema sério, que provoca a destruição do verde, são as queimadas e incêndios florestais. Muitos deles ocorrem por motivos econômicos. Proibidos de queimar matas protegidas por lei, muitos fazendeiros provocam estes incêndios para ampliar as áreas para a criação de gado ou para o cultivo. Também ocorrem incêndios por pura irresponsabilidade de motoristas. Bombeiros afirmam que muitos incêndios tem como causa inicial as pontas de cigarros jogadas nas beiradas das rodovias.
Este problema não é exclusivo do nosso país. No mundo inteiro o desmatamento ocorreu e ainda está ocorrendo. Nos países em desenvolvimento, principalmente asiáticos como a China, quase toda a cobertura vegetal foi explorada. Estados Unidos e Rússia também destruíram suas florestas com o passar do tempo.
Embora todos estes problemas ambientais estejam ainda ocorrendo, verifica-se uma diminuição significativa em comparação ao passado. A consciência ambiental das pessoas está alertando para a necessidade de uma preservação ambiental. Governos de diversos países e ONGs de meio ambiente tem atuado no sentido de criar legislações mais rígidas e uma fiscalização mais atuante para combater o crime ecológico. As matas e florestas são de extrema importância para o equilíbrio ecológico do planeta Terra e para o bom funcionamento climático. Espera-se que, no início deste novo século, o homem tome consciência destes problemas e comece a perceber que antes do dinheiro está a vida de nosso planeta e o futuro das gerações futuras. Nossos filhos têm o direito de viverem num mundo melhor.
Vale lembrar:
- O desmatamento numa determinada região pode provocar o processo de desertificação (formação de desertos e regiões áridas). Este processo vem ocorrendo no sertão nordestino e no cerrado de Tocantins nas últimas décadas. Continue Lendo >>
O que é e como funciona a coleta seletiva ?
domingo, 26 de outubro de 2008O Brasil produz aproximadamente cerca de 100 mil toneladas de lixo por dia, sendo que cada cidadão gera em média 500 g desse total. Geralmente temos a concepção que lixo é tudo que não nos serve mais e tem que ser descartado. Mas a maioria do que julgamos ser lixo constitui-se como sendo material que pode ser reutilizado, ou seja, reciclado.
Através da reciclagem (reaproveitamento) os materiais separados poderão ser utilizados como matéria prima para a fabricação de um novo produto.
É aí que entra em cena a coleta seletiva de lixo, que na nada mais é que a separação e acondicionamento de materiais que podem ser potencialmente reciclados, como por exemplo: papéis, metais, plásticos e vidros, entre outros. Lembrando sempre que o lixo orgânico (restos de alimentos, cascas de frutas, legumes e folhas) devem ser separados do restante podendo ser transformado em adubo.
Para facilitar no processo de separação, usamos cores e símbolos em coletores específicos para cada material. Aqui segue uma lista dos materiais recicláveis e seus respectivos coletores:
PAPÉIS (azul)
Jornais, papelão, papel de computador, papel de escrit'roio, papel branco, papel misto, revistas e impressos.
VIDROS (verde)
Copos, garrafas, vidros coloridos, frascos de remédios e jarras.
PLÁSTICOS (vermelho)
Embalagens de alimentos, de produtos de limpeza e de beleza, tampas, brinquedos e peças plásticas.
METAIS (amarelo)
Latas de bebidas, alimentos e biscoitos, bandeja e panelas, ferragens, grampos, fios elétricos, marmitas, alumínio, cobre e aço, latas de produtos de limpeza, tubos de pasta de dente.
Como já dizia Lavoisier "Na natureza nada se perde, nada se cria tudo se transforma". E a reciclagem torna-se essencial para a economia de recursos naturais como por exemplo água e energia, recursos estes cada vez mais escassos, e sobretudo para a diminuição do impacto ambiental causados pelo lixo gerado. Continue Lendo >>
Papel em branco no lixo? Nãoooo!
sexta-feira, 24 de outubro de 2008Olá pessoal!
Vou me apresentar: eu sou a Cinthya, escrevo o Leonina Digial e sou o que se pode chamar de "ecochata" convicta!
No trabalho, por exemplo, todos já sabem que eu faço o maior escândalo se vejo alguém jogando papel com o verso em branco na lata do lixo. Inclusive, na minha mesa há quase um resma de papel para ser "reciclado".
Mas, infelizmente, eu não consigo fazê-lo ser totalmente reciclado, então, o que eu combinei com o pessoal foi o seguinte: todos deixam papéis que tenham pelo menos um lado em branco na minha mesa e quando (a mesa cair de tão pesada ,brincadeira) o montante ficar muito grande, eu corto os papéis, faço bloquinhos de anotações e distribuo ao pessoal que me ajudou, colocando os papéis no monte.
Qualquer dia, eu tiro uma foto e posto aqui.
;-)
Acho que essa é uma idéia simples e que salva pelo menos algumas árvores...
E você? O que faz para ajudar a salvar o planeta mesmo dentro do seu ambiente de trabalho?
Beijos
A importância da consciência ambiental
Você provavelmente já leu sobre meio ambiente hoje. Seja em algum anúncio na tv, seja em algum outdoor, algum site, algum banner. Muita gente talvez não tenha noção, mas este será o assunto mais importante do nosso século, pois a nossa qualidade de vida (e, para alguns pessimistas, nossa sobrevivência) vai depender do conhecimento que temos deste tema.
Hoje, as consequências dos atos do homem sobre o planeta são eminentes : Aquecimento Global, derretimento de geleiras, desmatamento, gases poluentes. Mas o que pouca gente sabe, é que durante o nosso dia-a-dia contribuímos de forma maléfica para o planeta tanto quanto as grandes madereiras ou as fábricas e seus gases tóxicos. Desperdiçamos água, sujamos leitos de rios, poluímos o meio ambiente, alimentamos empresas ilegais, lançamos gases tóxicos no ar, e isso tudo, devido à falta de conhecimento. É plausível dizer que a ignorância é a principal barreira que nos impede de contribuir, de forma massiva, para um planeta mais vivo. Nosso principal inimigo são os maus hábitos, ou seja, nós mesmos. Talvez seja por isso que temos tanta dificuldade em coisas simples, como economizar água. Tomar um banho em 10 minutos não é difícil pra ninguém, mas muita gente simplesmente ignora o fato, por não tem total noção da gravidade da situação.
Não basta bombardear de informação, ou dizer o que deve-se ou não ser feito;é muito mais valioso disseminar uma idéia, do que uma ordem. Preservar o próprio mundo não é uma cartilha, não é um manual de usuário, e sim, um cuidado que precisa estar integrado à sua vida, assim como o cuidado com sua casa, com seus pertences, com seus filhos. Devemos funcionar como funciona o mundo, construir onde necessário, reparar onde preciso, em harmonia com nossos objetivos, com nosso dia-a-dia. Por que não começar a prestar atenção em pequenas coisas, como o tempo de banho, separar nosso lixo, consumir alguns produtos reciclados; se informar sempre sobre o que acontece com o mundo não custa caro, e vale muito mais do que se possa imaginar. Continue Lendo >>