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As empresas tecnológicas mais verdes

terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Postado por: Cinthya

O Greenpeace divulgou a lista das empresas de eletrônicos mais verdes, ou seja, aquelas que fabricam seus produtos agredindo o menos possível o meio ambiente.

E quem levou o prêmio de mais verde, foi a Nokia e quem ficou na última posição foi a Nintendo.

Veja aqui no gráfico abaixo, a posição das outras empresas:

Vi na Info.

Abraços!

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Aquecimento global ‘expulsará’ 483 mil do Nordeste até 2050

quinta-feira, 27 de novembro de 2008



A notícia não é boa para a região Nordeste do país nesses tempos de mudança climática. Segundo um novo estudo, até meio milhão de pessoas deixarão os estados nordestinos daqui até 2050. A migração deverá ser conseqüência de agricultura e pecuária cada vez menos viáveis, com o aumento das temperaturas. O que deverá afetar a economia e a saúde, primeiramente, da própria população local. E, em seguida, de todo o país.

Os pesquisadores analisaram o impacto do aquecimento global no Nordeste tomando por base os dados do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, em inglês). Os relatórios desse órgão da ONU costumam apresentar diversas projeções, com base em diferentes níveis de reação dos países ao aquecimento global. Da mesma maneira trabalhou o estudo brasileiro, que trabalhou com dois cenários. No mais pessimista deles, cerca de 483 mil pessoas deixariam o Nordeste rumo a outras regiões do país até 2050. De acordo com essa projeção do pior cenário, a temperatura média para a região do Nordeste deverá subir quatro graus Celsius até 2070.



O estudo “Migrações e Saúde, Cenários para o Nordeste Brasileiro, 2000-2050”, financiado pelo Global Opportunities Fund (GOF), por meio da Embaixada Britânica no Brasil, mapeou essas conseqüências sociais e econômicas das mudanças climáticas sobre a região.

Foram quase dois anos para analisar as questões econômica, de migração e saúde pública. A conclusão é que as áreas mais dependentes da agricultura e da agropecuária serão as mais afetadas. Conseqüentemente, as populações atingidas serão os grupos social e economicamente vulneráveis. Como, por exemplo, pequenos produtores agrícolas que não dispõem de bens de produção ou mecanismos de adaptação.



Industrialização

Quanto mais industrializado o estado, menos seus habitantes sofrerão com a mudança climática -- como é o caso da Bahia. Por outro lado os estados mais dependentes da agricultura, como o Maranhão, o Piauí e Alagoas, serão mais afetados.

“A desigualdade social poderá até piorar”, diz Edson Domingues, um dos pesquisadores e professor do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “Nós não tínhamos idéia de como a mudança climática afetaria o local, pois não temos exemplos passados”, diz

Nesse momento, uma série de problemas serão recorrentes. “Haverá um impacto econômico muito forte no setor da agricultura, que levará a redução de renda, emprego e do PIB do local”, diz Alisson Barbieri, um dos coordenadores do projeto e professor de demografia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Isso levará a uma queda acentuada do consumo das famílias, em comparação com as demais regiões do Brasil.

No primeiro instante, as pessoas sairão das zonas rurais em direção às capitais nordestinas. Depois, seguirão rumo à Amazônia -- quem vive perto dela -- e ao Sudeste e Sul. Ao chegar sem qualificação nas cidades, é possível que tenham dificuldade em conseguir empregos.

Em seguida, o Sistema Único de Saúde será sobrecarregado. Somado às condições sociais e financeiras, em 2050 um terço da população brasileira terá mais de 60 anos. O que demanda mais cuidados com a saúde.



O passado e o futuro


Será que existe uma semelhança entre migrações do Nordeste que aconteceram para a região Sudeste no passado? “Pode haver semelhanças, mas o movimento histórico ocorreu devido à estagnação do Nordeste e o crescimento acelerado do Sudeste; agora o problema está relacionado à mudança climática”, conta Domingues.

Apesar de o estudo ter focado na região Nordeste, o impacto será sentido em todo o país. “Por exemplo, será inviável plantar café no sul de Minas Gerais. Mas o Rio Grande do Sul poderá se beneficiar dessa nova colheita”, explica Domingues. Além disso, o Sudeste e o Sul possuem suas economias também estabelecidas na indústria, o que diminui o problema direto decorrente das alterações climáticas.

O problema relatado pelos estudiosos parece uma “bola de neve” que devastará o Brasil inteiro. Mas existem soluções. “Para mudar essa futura situação, é necessário investir agora em algumas adaptações”, conta Barbieri. “Isso implica novas tecnologias, cultivos mais resistentes ao calor e captação de recursos hídricos para o Nordeste”, diz. Inclusive, em preparar as áreas urbanas para absorver e minimizar problemas com a saúde.

“Com esse estudo esperamos que sejam criadas políticas públicas para atenuar o problema”, afirma Domingues. Afinal, a outra solução demanda esforço global e não apenas brasileiro: diminuir a emissão mundial dos gases de efeito estufa.

Para realizar o estudo, pesquisadores construíram um modelo demográfico que engloba fecundidade, mortalidade e migração da população em todo o Brasil. Incorporaram os efeitos das variáveis econômicas dentro dos cenários de mudanças climáticas. Por fim, quantificaram a vulnerabilidade nordestina na área da saúde e o impacto no Sistema Único de Saúde (SUS).

Desigualdades internas



O impacto econômico das mudanças climáticas no Nordeste será de 11,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2050. Essa perda equivale a, aproximadamente, dois anos de crescimento da economia da região. As áreas com mais problemas para a plantação estarão nos estados do Ceará, Piauí, Paraíba e Pernambuco. Os que mais sofrerão devido à diminuição no PIB serão Pernambuco, Paraíba, Piauí e Ceará. O menos atingido será Sergipe, pois possui terras mais férteis. Apenas 93 municípios nordestinos apresentarão consumo familiar maior do que a média nacional.

Existem dois processos distintos de fluxos migratórios previstos para ocorrer até 2050. Entre 2025 e 2030, os nordestinos deverão recorrer às próprias capitais. Isso porque o cenário prevê um impacto das mudanças climáticas relativamente maior nas regiões Sul e Sudeste nesse intervalo de tempo. A partir de 2035, quase meio milhão de habitantes deixarão a região, principalmente, rumo às capitais metropolitanas nordestinas. O processo de migração deve ser maior a partir das regiões metropolitanas do Recife, de João Pessoa e de Teresina. As cidades de Salvador e São Luís provavelmente perderão população para a Amazônia.

Os municípios com perdas populacionais significativas causadas pela migração até 2030 estão localizados no estados da Bahia, do Maranhão e de Pernambuco. Ganhos populacionais deverão ocorrer no Nordeste central -- Piauí, Ceará, Sergipe e Rio Grande do Norte -- e no noroeste da Bahia. A partir de 2035, a predominância será a da emigração municipal em todo o Nordeste. Haverá um processo de perda de população em quase todo o Semi-Árido e Nordeste Setentrional. As exceções se localizarão no Sergipe, no norte e no sul do Ceará, no norte e sudeste do Rio Grande do Norte e em municípios do centro e do norte do Maranhão.

Apesar do pequeno crescimento populacional previsto para o nordeste e a baixa expectativa de vida -- devido às altas taxas de mortalidade infantil --, a pouca cobertura de saneamento básico registrada no Nordeste indica o potencial problema de saúde que pode ser agravado pelos impactos das mudanças climáticas. As estimativas levam em conta o grau de vulnerabilidade para doença de Chagas, dengue, leishmaniose tegumentar e visceral, leptospirose e esquistossomose, além de dois indicadores da qualidade da saúde infantil -- mortalidade por diarréia e desnutrição. Ceará e Pernambuco serão os estados com maior vulnerabilidade.

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Pesquisa da USP indica que poluição aumenta taxa de aborto

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Experimentos com camundongos expostos dia e noite à fuligem dos ônibus e carros na esquina da Rua Teodoro Sampaio com a Avenida Dr. Arnaldo, zona oeste de São Paulo, mostraram que os animais expostos à poluição apresentam menor fertilidade, maior taxa de abortos, baixo peso no nascimento e redução do volume pulmonar. O teste, coordenado pela pesquisadora Marisa Dolhnikoff, foi realizado nos jardins da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

No estudo, apresentado no seminário Poluição Atmosférica e seus Efeitos sobre a Saúde, os pesquisadores observaram a prole desses animais expostos à poluição. Além da alteração no número de nascidos vivos, foram analisados o peso ao nascer e reabsorção fetal. Os animais expostos ao ar poluído foram comparados com outros que inalaram ar filtrado, com menor quantidade de poluentes. Após constatar que a poluição afeta a fertilidade nas fêmeas de camundongo, os pesquisadores querem entender agora como essas alterações ocorrem.

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Garrafas deixadas por turistas são reutilizadas na estrutura de templo Tailandês

sábado, 22 de novembro de 2008



Um templo todo construído com garrafas de vidro é a principal atração para turistas ecologicamente conscientes que visitam a Tailândia. Chamado Wat Pa Maha Chedio Kaew, sua construção data de 1984, mas continua até hoje, já que a cada dia mais turistas e, conseqüentemente, mais garrafas surgem na província Si Sa Ket, onde ele está localizado.



Já são mais de 1.5 milhões de garrafas reutilizadas não apenas na decoração dos aposentos do templo, mas também em sua própria estrutura. Certamente, os monges que estão nesse local podem ficar com a consciência mais limpa e o espírito mais leve para realizarem suas meditações.


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Como e Quanto a Terra Respira

quarta-feira, 19 de novembro de 2008



O Breathing Earth é um simulador que mostra em tempo real as emissões de CO2 de todos os países do mundo, assim como as taxas de nascimento e morte de suas populações. Os números são impressionantes e a velocidade com que vão aumentando também chocam. O objetivo principal é conscientizar a alarmante situação do planeta terra, especialmente quanto ao aquecimento global, promovido pelo excesso de CO2 na camada atmosférica.

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Joguinho para conscientizar

sábado, 15 de novembro de 2008


Um joguinho que diverte, e ao mesmo tempo, conscientiza : Energuy.
O jogo consiste em levar pela mão o rapaz e ir clicando nos objetos pela casa que consomem muita energia ou que poluem. São 20 Objetos para você descobrir, e na primeira vez que eu joguei, só achei 14. O legal é que a gente fica sabendo o que podemos fazer dentro de casa para salvar o planeta. É só clicar na imagem, e jogar !

Dica do Asttro.

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Não jogue pontas de cigarro na rua !

terça-feira, 11 de novembro de 2008


As recomendações são quase sempre as mesmas; não jogar plástico, latas, vidro ou papel no chão.

Sem problemas; é justo que se peça e “implore” para não jogarmos esse tipo de lixo nas ruas e vias públicas. Como explicar, então, a falta de recomendação quando o assunto se refere às bitucas de cigarro?

É raro ver alguma mobilização que alerte para o fato de que o filtro restante de cada cigarro fumado vai geralmente para o chão e polui tanto quanto uma lata de refrigerante. Discute-se muito sobre fumar ou não fumar; ambientalistas crucificam os adeptos da nicotina enquanto poderiam tentar conscientizá-los do mal que as pontas atiradas a qualquer canto fazem ao meio ambiente.

Adotadas por alguns e desconhecidas para outros, as caixinhas que guardam - ou guardavam - filmes fotográficos podem ser usadas como um porta-bitucas no caso de não haver um lixo por perto. No caso de você já ter jogado todas as primitivas caixinhas fora, qualquer loja de revelação fotográfica pode fornecer uma ou duas destas para que seus cigarros sejam "guardados" até a hora de ir definitivamente para o lixo.

Fonte : Pensando Verde

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Tempo de decomposição do lixo no meio ambiente

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

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Efeito Estufa

terça-feira, 4 de novembro de 2008
Postado por: Nath_


O que é o Efeito Estufa?

O Efeito estufa é o aumento da temperatura no globo terrestre. Pesquisas recentes indicaram que o século XX foi o mais quente dos últimos 500 anos. Pesquisadores do clima afirmam que, num futuro próximo, o aumento da temperatura provocado pelo efeito estufa poderá ocasionar o derretimento das calotas polares e o aumento do nível dos mares. Como conseqüência, muitas cidades litorâneas poderão desaparecer do mapa. Isso é bem assustador não?

Como ele é gerado?

O efeito estufa é gerado pela derrubada de florestas e pela queimada das mesmas, pois são elas que regulam a temperatura, os ventos e o nível de chuvas em diversas regiões. Como as florestas estão diminuindo no mundo, a temperatura terrestre tem aumentado na mesma proporção. O lançamento de gases poluentes da atmosfera também tem ajudado muito...

Muitos pesquisadores já estão prevendo os problemas catastróficos que irão acontecer, caso o efeito estufa continue. Animais e plantas poderão ser extintos, as calotas polares irão derreter causando assim a morte dos ursos polares, furacões e maremotos poderão acontecer com o tamanho da intensidade e pra piorar, a produção de alimentos em vários países pode cair, sendo assim, acabando com o alimento do planeta.

Muitas ONGs estão correndo contra o tempo pra reverter a situação, criaram o Protocolo de Kyoto, que pretende diminuir os gases poluentes, mas alguns países não estão gostando muito disso. ( O que é burrice, porque eles estão preocupados com os ganhos de hoje, e nem ao menos pensam que amanhã pode não existir mais isso. )

Em dezembro de 2007, outro evento importante aconteceu na cidade de Bali. Representantes de centenas de países começaram a definir medidas para a redução da emissão de gases poluentes. São medidas que deverão ser tomadas pelos países após 2012.

Não temos como ajudar a evitar a poluição, pois tudo é efeito natural, mas podemos sim, ajudar as empresas e ONGs que com isso se preocupam. Tudo por um mundo melhor.

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